Informações sobre hanseníase, causas, sintomas e tratamento da hanseníase, identificando práticas que possam contribuir para a sua cura.


Classificação clinica da hanseníase e manifestações cutâneas

Após o contato inicial com o M. leprae, o paciente desenvolve a forma inicial da doença, a Hanseníase Indeterminada. Conforme o estado imunológico do paciente, esta forma inicial poderá progredir para uma forma benigna e não contagiante da doença (Hanseníase Tuberculóide) ou evoluir para o pólo maligno (Hanseníase Virchowiana). Entre os dois pólos da doença existe a forma dimorfa, instável no sistema imunológico e nas características clinicas da doença.
As lesões cutâneas de Hanseníase podem ser variadas. Podem aparecer manchas hipocrômicas (esbranquiçadas) ou eritematosas (avermelhadas), lesões elevadas do tipo pápulas, nódulos ou tubérculos, infiltração difusa da pele, lesões foveolares (pele doente e sadia intercaladas, lembrando formato de queijo suíço), anidrose (diminuição da sudorese) com consequente xerodermia (pele ressequida), madarose e alopecia (rarefação dos pólos), acompanhadas de alteração da sensibilidade cutânea do tipo anestesia ou hipoestesia.
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